Indivíduo e sociedade: uma concepção dos teóricos da sociologia clássica.

 

O estudo da sociologia contemporânea contempla a análise de problemas fundamentais relativos às sociedades, por isso, é possível afirmar que a sociedade não é um fenômeno tão pouco natural.

A partir dos espaços públicos se costuma ocorrer todo tipo de interação social, desde atividades do cotidiano, como a educação de pais para filhos, atividades infantis e de adolescentes, conversas variadas, situações de vendas de produtos, resolução de problemas com violência e brigas. Assim, a partir dos espaços públicos, abertos a população em geral, a vida acontece e são estabelecidas relações sociais distintas, de modo que, tais interações propiciem a solidariedade de convivências humanas mais aquecidas.

No século XIX, as curiosidades inerentes ao comportamento humano e social tomaram maior relevância, sobretudo, acerca das concepções dos indivíduos e das suas relações com a sociedade, a partir daí, então, o estudo da sociologia ganhou maior destaque mediante um método científico construído pelos pensamentos intelectuais de diferentes autores e críticos sociais do século XIX, que procuram analisar as mudanças vivenciadas pelas sociedades capitalistas, principalmente a partir de suas estruturas religiosas, econômicas, sociais e políticas.

Esses intelectuais são Augusto Comte (fundador da sociologia e do pensamento positivista), Émile Durkheim (que analisa questões sobre trabalho, educação), Karl Marx e Friedrich Engels (que analisam as questões sociais e econômicas e do método do materialismo histórico) e Max Weber (analisa estruturas da sociedade e da ação social) são os principais representantes pelos fundamentos científicos da investigação sociológica.

Portanto, a sociologia é uma ciência social que tenta combater as verdades preestabelecidas, que tendem a se (re) afirmar nas tradições humanas e sociais, quando são incorporadas pelos membros das sociedades (indivíduos) e que deixam de ser questionadas como algo meramente natural. Mas não o é. É através dessa (des) naturalização temática da desconstrução de hábitos, normas e regras sociais, é que o cientista social tende a entender historicamente determinado assunto social e a se posicionar questionando sociologicamente o que até então sequer podia ser pensado de forma diferente. A imaginação sociológica é uma ferramenta indispensável neste exercício.

 

Especialista em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça pela Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (2016). Especialista em Sociologia e Ensino de Sociologia pelo Centro Universitário Claretiano (2014), especialista em Adolescência e Juventude pela Escola de Educação, Tecnologia e Comunicação da Universidade Católica de Brasília (2013), possui especialização em Direito e Inteligência pela Universidade Católica de Brasília (2012). Graduada em Ciências Sociais através da Escola de Comunicação, Educação e Humanidades da Universidade Metodista de São Paulo (2016). É tecnóloga em Segurança e Ordem Pública pela Escola de Humanidades e Direito da Universidade Católica de Brasília (2010). Atualmente é professora de sociologia atuando no triângulo mineiro. É também acadêmica do curso de bacharelado em Direito pela Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e colaboradora colunista do blog EducaHelp na disciplina de sociologia.
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Isabôhr Mizza

Especialista em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça pela Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (2016). Especialista em Sociologia e Ensino de Sociologia pelo Centro Universitário Claretiano (2014), especialista em Adolescência e Juventude pela Escola de Educação, Tecnologia e Comunicação da Universidade Católica de Brasília (2013), possui especialização em Direito e Inteligência pela Universidade Católica de Brasília (2012). Graduada em Ciências Sociais através da Escola de Comunicação, Educação e Humanidades da Universidade Metodista de São Paulo (2016). É tecnóloga em Segurança e Ordem Pública pela Escola de Humanidades e Direito da Universidade Católica de Brasília (2010). Atualmente é professora de sociologia atuando no triângulo mineiro. É também acadêmica do curso de bacharelado em Direito pela Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e colaboradora colunista do blog EducaHelp na disciplina de sociologia.

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